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mai

Procura-se amigos de infância

Há alguns anos, eu estava parado em um ponto de ônibus quando percebi um rosto conhecido. Mesmo com uma certa timidez, resolvi me aproximar e perguntar. Era uma amiga de infância, que eu não via há cerca de 10, 15 anos. Infelizmente, acabamos nos afastando e perdemos contato novamente.

Há algum tempo eu venho procurando, usando o artifício que mais conheço: a Internet, mas sem sorte, encontrar não só essa família de amigos, mas antigos colegas que fizeram parte de minha infância entre os anos de 1983 e 1985. Era uma turma de escola bem pequena e unida, seria ótimo retomar o contato com essas pessoas, saber de suas vidas, o que estão fazendo atualmente, quais sonhos realizaram, se constituíram família, já são pais, avós quem sabe.

Você me ajuda? (mais…)

22
abr

Todos querem ser Obama

Como previsto, mal a campanha eleitoral começou e as semelhanças com o Obama pipocam em todos os candidatos a presidência da República. As similaridades vão desde estratégias comuns, slogan parecido, até mesmo ilustrar o próprio rosto utilizando efeito parecido ao do atual #1 dos EUA (exemplo anexo).

Infelizmente, as pessoas ainda não entenderam que, o tal “efeito Obama” foi algo natural, viral em sua real definição. Claro que uns empurrõezinhos do pessoal de marketing ajudaram bastante, mas será que poderiam alcançar os mesmos resultados se o candidato fosse outro?

O Obama teve uma sorte imensa de estar na hora certa, num período em que os estadunidenses clamavam por uma mudança de ares na política. Precisavam urgentemente de alguém que dissesse “eu tenho a solução para a crise”, “nós podemos mudar essa situação” e em um momento onde a Internet e todas as suas mídias sociais explodiam por todo canto.

Obama representava tudo o que era novo para o povo norte-americano. Negro, de esquerda, não era 100% de lá (um olhar de fora), com uma pinta de informalidade e com “cara de povo”, que os candidatos até então não possuíam. Todos tinham cara de “estou acima de todos vocês”. Com a campanha aberta na Internet, inclusive grande parte sustentada por doações das pessoas, Obama conquistou um apoio natural, de um povo que gosta de se sentir ajudando. Sem contar que a “concorrência” de Obama era piada, né? Eles próprios se destruíam.

Eu compararia o boom que aconteceu naquela eleição ao primeiro mandato de Lula. Mudança total, comoção nacional – até o dia da posse rompeu paradigmas. Se naquela época, a Internet estivesse como hoje, arrisco dizer que o Efeito Lula seria ainda mais arrebatador que o Efeito Obama.

Candidatos, prestem atenção, autenticidade vale muito mais. Sejam honestos, apresentem os seus planos de governo, conversem com seus eleitores. A ferramenta que será usada para “medir engajamento” pouco importa. Eu não vou votar em quem tiver mais seguidores no Twitter, em quem fizer o “aplicativo social” mais legal, em quem usa “Ubundu”, em quem sabe exatamente o que é RT, #FF ou rsrsrs. O meu candidato será aquele que apresentar as melhores ideias para governar o país.

Busquem o seu próprio “efeito”.

21
abr

Tudo muda o tempo todo no mundo

Ok, nem tudo muda, realmente, mas você entendeu. A proposta É mudar! ;-)

Esse espaço já foi um “site”, já foi “portfolio”, já foi uma página simples e única com apenas meu e-mail e telefone (por  anos) e agora vai mudar de novo. Esse é o primeiro post da estreia do meu blog pessoal.

Sim, na verdade todos os meus blogs são pessoais, mas nesse aqui eu pretendo falar sobre assuntos mais triviais, fazer reflexões públicas (coisa que eu já faço no Twitter, mas os 140 caracteres nem sempre funcionam) ou até mesmo falar da minha vida, do meu trabalho, etc. Resumindo, não há um compromisso de pauta por aqui. Se você resolver acompanhar, esse é um aviso prévio.

Se você chegou aqui por alguma indicação ou pesquisas e ainda não me conhece, sugiro a leitura do meu perfil. Atualizarei-o sempre que necessário.

Puxa uma cadeira e senta por aí.

Seja bem vindo.