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	<title>Manoel Netto &#187; Pessoal</title>
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	<description>São Paulo .: SP .: Brasil</description>
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		<title>Pitaqueiro, opiniático &#8230; e teorético</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 18:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu sou daqueles que tem opinião pra tudo. Dou pitaco mesmo, falo o que penso sobre qualquer tema, mesmo que o meu conhecimento sobre o assunto seja raso (o que quase sempre é, como todo mundo) &#8211; mas eu deixo isso claro, não finjo que sou especialista em qualquer coisa. E também não sou do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou daqueles que tem opinião pra tudo. Dou pitaco mesmo, falo o que penso sobre qualquer tema, mesmo que o meu conhecimento sobre o assunto seja raso (o que quase sempre é, como todo mundo) &#8211; mas eu deixo isso claro, não finjo que sou especialista em qualquer coisa. E também não sou do tipo que acha que a única opinião que vale é a minha. Ouço, tanto quanto falo. E quando não gosto de determinado tema, não ouço nem falo.</p>
<p>Sou chato, mas sou consistente. E justo. Se eu defendo determinado ponto de vista, raramente você vai me ver mudando de lado (de opinião sim, naturalmente). Se eu fico sabendo de algum novo dado que invalide minha defesa anterior, reavalio, dou meu braço à torcer, numa boa. Mas se isso não acontece, e você não me oferece argumentos suficientes para que eu reavalie minha posição, não adiantam falácias do tipo &#8220;ah, você não está informado o suficiente&#8221; ou &#8220;você só diz isso porque _______&#8221;.</p>
<p>Eu gosto de conversar e discutir com pessoas inteligentes e que sabem argumentar.</p>
<p>Depois de um certo tempo de vida &#8211; que eu considero metade de minha vida útil, o que vier depois é lucro &#8211; eu acabei colecionando algumas teorias, e de vez em quando compartilho com outras pessoas. Vez por outra alguém me pergunta porque eu não escrevo isso em algum lugar. Eu sempre digo que vou escrever, que preciso formular melhor, etc.</p>
<p>Bom, resolvi que vou registrar minhas teorias aqui neste blog. Algumas delas são 100% &#8220;minhas&#8221;, formuladas do zero nesses anos de papos e pitacos. Outras tem colaboração de 1 ou 2 outras teorias que ouvi durante a vida e acabei desenvolvendo, tentando rebater, criando em cima.</p>
<p>Não chega a ser nada científicamente comprovado, não é fruto de pesquisas ou experiências, é baseado em observação e conversas, como disse. Fique à vontade para discordar &#8211; com argumentos <img src='http://www.manoelnetto.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> .</p>
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		<title>Os favelados classe média</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 03:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Classe Média]]></category>
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		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo quero escrever sobre um assunto que me incomoda, desde que mudei para São Paulo, mas que ultimamente tem se tornado tão absurdamente comum, que o incômodo virou indignação. É o fenômeno que eu tomei a liberdade de nomear de &#8220;favelados classe média&#8221;. Voltando um pouco na História, quando as cidades, estradas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/franciscoferreira/4241371397/"><img class="alignright" title="Favela Tilt Shift : Chico Ferreira" src="http://farm5.static.flickr.com/4064/4241371397_a07b1a2e1f.jpg" alt="Favela Tilt Shift : Chico Ferreira" width="400" height="300" /></a>Há algum tempo quero escrever sobre um assunto que me incomoda, desde que mudei para São Paulo, mas que ultimamente tem se tornado tão absurdamente comum, que o incômodo virou indignação. É o fenômeno que eu tomei a liberdade de nomear de &#8220;favelados classe média&#8221;.</p>
<p>Voltando um pouco na História, quando as cidades, estradas e vias férreas eram construídas (não precisa ir muito longe, Londrina, por exemplo, tem bem menos de 100 anos de idade), podemos avaliar um movimento social bem claro. Os trabalhadores, que se empregavam na construção dessa cidades e vias, ficavam tanto tempo que acabavam transformando suas moradias temporárias em algo mais fixo, traziam família, iam ficando. As esposas e filhos também encontravam trabalho nas redondezas, após ou mesmo durante a construção das cidades. E, em busca de uma vida melhor e oportunidades nesses locais tão novos, formavam as favelas ou invasões, mais tarde transformadas em bairros, comunidades, etc. Pobreza e batalha.</p>
<p>Em cidades grandes como São Paulo, onde estão todas as empresas, todas as oportunidades, onde tudo começa, onde estão os melhores e maiores investimentos, outro fenômeno acabou ocorrendo com o tempo e durante muitos anos também foi forte e bastante evidente: a migração. Pessoas de cidades menores dentro e fora do estado eram atraídas pelas oportunidades de emprego, a maioria para mão-de-obra pouco qualificada. Esse êxodo ainda é atualmente muito marcante na configuração da cidade. Eu costumo dizer que o que menos tem em São Paulo é Paulistano, por conta disso.</p>
<p>Acontece que essas vagas pouco qualificadas não são tão abundantes mais, o que acabou por mudar um pouco o perfil da migração. Como tecnologia, Internet, mídias sociais estão bombando, tem atraído cada vez mais um outro perfil de trabalhadores: jovens, classe média, muitos em seu primeiro emprego e a grande maioria morando sozinha pela primeira vez.</p>
<p>Essa leva de trabalhadores, atraídos pelas oportunidades de trabalho, festas, fama, sucesso, dinheiro e crescimento profissional, são uma versão upgraded dos primeiros. Chegam em busca (ou saem da casa dos pais), aceitam o primeiro trabalho (podendo mudar pouco depois para uma melhor oportunidade), ganham relativamente bem, pagam aluguéis caríssimos e moram mal, muito mal. O foco da moradia é a proximidade do trabalho ou das baladas, ou do metrô (não que isso seja ruim em São Paulo), o restante é secundário. Apartamentos sem estrutura, pouco ou nenhum móvel ou conforto, afinal, pouco ficam em casa mesmo, não importa.</p>
<p><strong>Esses são os Favelados Classe Média.</strong></p>
<p>Obviamente, com o tempo e os anos, podem melhorar a moradia, deixar a casa com sua cara ou até mesmo comprar um imóvel (depois de pagar o carro, talvez), mas você não nota a semelhança? O paralelo?</p>
<p>Bom, era só uma reflexão mesmo, não é pra ter nenhuma conclusão, mas se eu posso deixar uma dica, eu digo para se afastarem um pouco do centro de tudo. Morem um pouco longe, mas não morem mal. Invistam em qualidade de vida, conforto, segurança. Pode não fazer diferença no ápice da balada, mas fará quando você ficar gripado, quando quiser receber alguém em casa, quando quiser fazer uma baladinha particular em seu canto, quando tiver frio pra cacete, entre outros momentos.</p>
<p>Afinal, morando perto ou longe, quem em São Paulo sai de casa sem se programar antes? Você vai se atrasar de qualquer modo.</p>
<p><em>* Foto: <a title="Favela Tilt Shift" href="http://www.flickr.com/photos/franciscoferreira/4241371397/" target="_blank">Chico Ferreira</a> em Creative Commons</em></p>
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		<title>Um bom encontro é de dois</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 04:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi esse texto por e-mail e gostaria de compartilhar. Pode ser piegas em alguns momentos, mas é de uma lucidez necessária para tratar o assunto (não achei que um dia escreveria lucidez e piegas numa mesma frase). Enjoy. &#8212;&#8211; Aos casados há muito tempo, aos que não casaram, aos que vão casar, aos que acabaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi esse texto por e-mail e gostaria de compartilhar. Pode ser piegas em alguns momentos, mas é de uma lucidez necessária para tratar o assunto (não achei que um dia escreveria lucidez e piegas numa mesma frase). Enjoy.</p>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-85" title="Alianças" src="http://www.manoelnetto.com/wp-content/uploads/2011/04/aliancas.jpg" alt="" width="300" height="250" />Aos casados há muito tempo, aos que não casaram, aos que vão casar, aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar, aos que estão juntos, amigados, colados, aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar.</p>
<p>Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga. Tudo o que todos querem é amar.</p>
<p>Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado. Tem algum médico aí??? Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o oder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos, o entimento que temos por mãe, pai, irmão, filho.</p>
<p>É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo. Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.</p>
<p>A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragíliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.</p>
<p>Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.</p>
<p>É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência&#8230; Amor, só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar.</p>
<p>Amar, só, é pouco. Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar. Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.</p>
<p>Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa,necessariamente, fusão. E que amar, &#8216;solamente&#8217;, não basta.</p>
<p>Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, falta discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.</p>
<p>O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.</p>
<p>Um bom amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram! E felicidades a todos nós!</p>
<p><em>* Autoria atribuída a <strong>Arthur da Tavola</strong>.</em></p>
<p><em>* O titulo do post é extraído do belo encontro musical entre Ben Harper e Vanessa da Mata: Boa Sorte / Good Luck</em></p>
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		<title>Sobre escolhas</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 01:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante toda a nossa vida, nós fazemos escolhas. E são essas escolhas que acabam por definir quem somos e quem pretendemos ser. Escolhas fáceis ou difíceis, sofridas ou alegres, rápidas ou bem demoradas. Até mesmo quando não decidimos nada, para não sermos obrigados a escolher, estamos fazendo uma escolha. A da omissão. De todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Foto por Dobrych" href="http://www.flickr.com/photos/dobrych/4379581443/" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-74" title="Dois caminhos" src="http://www.manoelnetto.com/wp-content/uploads/2011/01/4379581443_24df42e793.jpg" alt="dois caminhos : Foto por Dobrych" width="450" height="299" /></a>Durante toda a nossa vida, nós fazemos escolhas. E são essas escolhas que acabam por definir quem somos e quem pretendemos ser. Escolhas fáceis ou difíceis, sofridas ou alegres, rápidas ou bem demoradas. Até mesmo quando não decidimos nada, para não sermos obrigados a escolher, estamos fazendo uma escolha. A da omissão.</p>
<p>De todas as escolhas que fazemos, o que acontece na maioria das vezes é optarmos pelo mais fácil, mais simples, mais cômodo. É de nossa natureza não remar contra a correnteza, deixar-se ser levado pelo caminho, pelas circunstâncias. A escolha fácil é a mais comum, mas a menos gratificante e frequentemente, frustrante.</p>
<p>É muito mais fácil se manter naquele curso que você descobriu não ter nada a ver com você, que largar tudo e fazer outro vestibular; É mais fácil continuar naquele emprego que você detesta porque o mercado de trabalho está complicado e você precisa sustentar a família; É mais fácil abrir mão de um curso de faculdade porque você não tem tempo para trabalhar e estudar ao mesmo tempo, é cansativo; Mais fácil abrir mão de um amor porque você tem que se dedicar muito em seus objetivos profissionais. Compartilhar é difícil, conciliar é difícil, recomeçar é difícil, acreditar é difícil, amar é difícil.<span id="more-73"></span></p>
<p>Se formos observar, todas as escolhas fáceis se tratam de deixar de fazer algo. E a gente sabe o quanto é mais fácil se arrepender de algo que você não fez. Resultado? Frustração. Ao escolher o caminho fácil, deixamos de fazer coisas que no fundo gostaríamos e, lá na frente, um dia, olhamos para trás e nos frustramos por não termos tido a coragem. E vivemos uma vida frustrada pensando no que poderia ter sido.</p>
<p>Covardia? Eu prefiro acreditar que seja egoísmo. Toda vez que tomamos um caminho fácil, estamos sendo egoístas. Se não com outras pessoas, conosco mesmo. Ou pior, conosco e com outras pessoas. Deixar de fazer, porque é mais difícil, sempre deixa alguém frustrado, sempre faz alguém sofrer.</p>
<p><strong>Toda escolha fácil é, no fundo, egoísmo.</strong></p>
<p>Difícil ler isso, não é? Eu sei, dói em mim também.</p>
<p>Mas por que diabos não percebemos isso? Por que em algum momento não partimos para tomar as decisões difíceis, mesmo as novas, já que as passadas não voltam? Porque nos acostumamos muito fácil, com as coisas boas e com as coisas ruins.</p>
<blockquote><p>(&#8230;) A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.</p>
<p><cite>Trecho de <strong><a title="Eu sei, mas não devia : Marina Colasanti" href="http://www.releituras.com/mcolasanti_eusei.asp" target="_blank">Eu sei, mas não devia</a>.</strong> Marina Colasanti</cite></p></blockquote>
<p>Então, meu caro leitor, reflita bastante ao ter que tomar uma decisão, fazer uma escolha. O caminho fácil é tentador, confortável, atraente, meio óbvio às vezes, mas quem sabe você não encontre algo inesperadamente bom no caminho difícil? No mínimo, você não vai sofrer do famoso &#8220;e se&#8230;&#8221;. E se fosse diferente? E se eu tivesse aceitado aquela transferência para outro país? E se eu tivesse aceitado aquele pedido de casamento? E se eu tivesse largado tudo e viajado em turnê pelo mundo com minha banda de rock? E se eu tivesse concluído meu curso universitário, apesar do cansaço de ter que trabalhar durante o dia? E se &#8230; e se?</p>
<p>Não pense no que seria, faça acontecer. <strong>Arrisque-se!</strong></p>
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		<title>Uma amiga Joaninha nada secreta</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jan 2011 23:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Amigo Secreto]]></category>
		<category><![CDATA[Lucia Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[Presente]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma brincadeira de fim de ano passada, eu tirei a Lúcia Freitas, também conhecida como Joaninha por conta de seu blog mais famoso Ladybug Brazil. Agora foi a vez da Joaninha me tirar no amigo secreto . Que legal, hein? E eu fiquei muito feliz em receber (beeeem atrasado por conta de duas viagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma <a title="Lúcia Freitas faz mensagem cantada : Tecnocracia" href="http://tecnocracia.com.br/275/off-topic-a-lucia-freitas-faz-mensagem-cantada/" target="_blank">brincadeira de fim de ano</a> passada, eu tirei a <strong>Lúcia Freitas</strong>, também conhecida como Joaninha por conta de seu blog mais famoso <a title="Ladybug Brazil" href="http://www.ladybugbrazil.com/" target="_blank">Ladybug Brazil</a>. Agora foi a vez da Joaninha me tirar no amigo secreto <img src='http://www.manoelnetto.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> . Que legal, hein?</p>
<p>E eu fiquei muito feliz em receber (beeeem atrasado por conta de duas viagens no fim do ano) esse presente lindão abaixo (o iPod Classic não é o máximo?) e ainda mais uma surpresinha em forma de chaveiro (ícone do PhotoShop, pra quem não é &#8220;da área&#8221;). Adorei, Lu, tênkiu veuri muito viu?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-68" title="Almofada iPod Classic" src="http://www.manoelnetto.com/wp-content/uploads/2011/01/almafada-ipod.jpg" alt="Almofada iPod Classic" width="550" height="413" /></p>
<p>A Dona Joana foi uma das principais responsáveis por minha vinda pra Sampa. No final de 2007 nós organizamos juntos o primeiro <a title="BlogCamp" href="http://blogcamp.com.br" target="_blank">BlogCamp</a> no Brasil, e foi aqui na Terra da Garoa. Eu de lá de Londrina fazia o que podia remotamente, mas quem tocava as coisas por aqui era a Lúcia. Depois disso voltei a São Paulo outras vezes, e a Lu me recebeu com todo carinho e hospitalidade em sua casa, onde fiquei hospedado sei lá quantas vezes. Chegamos até a trabalhar juntos, com alguns clientes dela daqui, até que eu finalmente me mudei de vez.</p>
<p>Ah! E do BlogCamp, surgiu um projeto colaborativo muito bacana tocado pela Lu, chamado <a title="LuluzinhaCamp" href="http://www.luluzinhacamp.com" target="_blank">LuluzinhaCamp</a>. É isso que você pensou, um encontro de blogueiras. Homem é probido <img src='http://www.manoelnetto.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Lúcia, você mora em meu coração. Um beijo enorme, muitas felicidades nesse <em>brand new year</em> e sucesso, que você merece.</p>
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		<title>O papel de cada um</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 09:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Papéis]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já parou para pensar que as pessoas exercem um papel na vida umas das outras? Parece simples, por vezes simplório, pensar dessa forma, mas vamos fazer um pequeno esforço nesse raciocínio. Siga o meu e compartilhe o seu nos comentários. Em muitos momentos, questionamos sobre a brevidade das relações. Um chefe que aparece em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-62" title="Fuga Noiva" src="http://www.manoelnetto.com/wp-content/uploads/2010/12/fuga21.jpg" alt="" width="384" height="287" />Você já parou para pensar que as pessoas exercem um papel na vida umas das outras? Parece simples, por vezes simplório, pensar dessa forma, mas vamos fazer um pequeno esforço nesse raciocínio. Siga o meu e compartilhe o seu nos comentários.</p>
<p>Em muitos momentos, questionamos sobre a brevidade das relações. Um chefe que aparece em nossa vida profissional por um curto espaço de tempo antes de ser demitido ou pedir demissão, um casamento que durou apenas algumas semanas, um &#8220;caso&#8221; que fez com que você reavaliasse um relacionamento duadouro, um amigo repentino que durou o tempo da certeza que você tinha de que estava no curso ideal da faculdade. Vai ser bom, não foi?<span id="more-61"></span></p>
<p>Questionamos porque não temos a certeza ou a coragem de assumir que aquela pessoa cumpriu seu papel em nossa vida. Ela tinha um propósito X qualquer, apareceu subitamente e sumiu tão repentino quanto surgiu. &#8220;Espíritos de missão&#8221; diriam os espíritas, &#8220;anjos&#8221; ou &#8220;demônios&#8221; diriam os católicos e derivados, &#8220;maktub&#8221; diriam os árabes.</p>
<p>Há pessoas assim em nossas vidas. Algumas a gente consegue identificar antes, durante ou depois de nossas decisões, de nossas mudanças. Outras, nunca conseguimos e lamentamos sua rápida passagem, pois ela nos mostrou outro caminho e nós gostaríamos que ela compartilhasse de nossas conquistas, de nossas escolhas e decisões. Umas dessas, ficam, por bastante tempo. Mas eu acredito que é porque a missão delas não estava totalmente cumprida. Mas isso é só o que eu acredito, claro.</p>
<p>Eu tive várias pessoas com papéis importantes em minha vida. Papéis duradouros ou meteóricos. E também pude experimentar vivenciar papéis parecidos, alguns comuns. Agradeço cada uma dessas experiências e pessoas, pois elas me tornaram a pessoa que sou. Com minhas imperfeições e diferenças, minhas semelhanças e gostares, meus prazeres e carências.</p>
<p>Ache você bom ou ruim, é o que tem pra hoje.</p>
<p>Qual o <strong>seu </strong>papel?</p>
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		<title>Ontem fui rio. Amanhã serei mar. Hoje sou Pororoca.</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Dec 2010 03:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pororoca]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando soube que 2010 seria um ano de grandes mudanças, eu, que não acredito muito nessa coisa de horóscopo e coisa e tal, fui um pouco descrente. Ainda mais por saber que os últimos anos já foram de grandes mudanças. Separação, mudança de estado, mudança de trabalho, mudança de foco de trabalho, outra mudança de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-58" title="Pororoca" src="http://www.manoelnetto.com/wp-content/uploads/2010/12/a126_Pororoca2.jpg" alt="" width="363" height="275" />Quando soube que 2010 seria um ano de grandes mudanças, eu, que não acredito muito nessa coisa de horóscopo e coisa e tal, fui um pouco descrente. Ainda mais por saber que os últimos anos já foram de grandes mudanças. Separação, mudança de estado, mudança de trabalho, mudança de foco de trabalho, outra mudança de estado, outra mudança de trabalho, mais mudanças de casa e trabalho no mesmo ano &#8230; ufa! Achei que 2010 ia ser tranquilo, pra compensar tanta mudança. Mas não foi.</p>
<p>Daí que houveram mudanças grandes. E normalmente o que acontece quando algo dessa magnitude ocorre é dar uma bagunçada geral. A gente se sente meio perdido, meio sem chão, sem norte e leva um tempo até as coisas começarem a se ajustar novamente.</p>
<p>Toda mudança em nossa vida é positiva, por mais que a experiência em si não seja agradável, pelo menos nos ensina algo que precisamos aprender, e é esse o processo que gostaria de compartilhar com vocês, com a analogia do encontro das águas.<span id="more-55"></span></p>
<h2>O RIO</h2>
<p>Quando estamos tranquilos, nos sentimos seguros, estáveis, preparados. Esse é um momento de risco, pois se nos acomodamos demais, as mudanças podem se tornar chocantes. Nessa &#8220;fase rio&#8221; nós seguimos nossa vida com certas rotinas e processos. As coisas são bem previsíveis e as pequenas alterações no curso são controladas.</p>
<p>Nós aprendemos com o tempo quais os melhores períodos de venda em nosso comércio, quais os dias da semana com maior tráfego em nosso site, qual o período do mês que a namorada está mais  &#8220;disposta&#8221; ou na TPM, quando o chefe está com a macaca e não é seguro pedir aquele aumento, quais os períodos de prova ou o calendário escolar de nossos filhos. São como pequenas pedras ou corredeiras no curso do rio, algumas curvas, época de cheia ou de seca. Nos acostumamos e aprendemos o caminho, durante o percurso.</p>
<p>Isso acontece conosco em todas as fases da vida e em diversos setores dela, seja no trabalho, em casa, com seu cônjuge, pai, mãe, filhos, etc. A estabilidade, a mudança calculada, os pequenos riscos fazem com que sejamos mais seguros e menos alertas.</p>
<h2>A POROROCA</h2>
<p>Aí vem uma grande mudança, um abalo para o qual náo estávamos preparados. Demissão, gravidez inesperada, separação, levar uma bomba na faculdade e não se formar junto com a turma, falecimento de familiar num acidente. Qualquer coisa para a qual você não esteja preparado e de muita intensidade pode tirar você bastante do seu equilíbrio. Aí você se sente assim, como na Pororoca, uma mistura de emoções, tudo muito intenso, forte, confuso, perturbador.</p>
<p>Durante a Pororoca muita coisa pode acontecer, desde depressão até euforia (sim, a mudança pode ser uma super surpresa boa, mas por ser life changing, deixar-nos confusos) passando por sentimentos diversos e atitudes desesperadas. Momento delicado e extremamente importante. Aqui nós vamos aprender o que precisamos aprender para enfrentar a próxima fase.</p>
<p>O importante durante a Pororoca é não se segurar, não passar por cima dos seus sentimentos, não fingir que nada aconteceu. Enfrente a mudança. Viva a mudança. Se quiser chorar, não tenha vergonha. Se quiser se trancar num quarto pra pensar por horas e horas, não se force a estar com alguém. É muito comum as pessoas tentarem nos motivar, quando precisamos chorar nosso luto, enterrar nossos mortos (não necessariamente de forma literal). Observe-se apenas para não fazer uma loucura qualquer ou entregar-se à depressão. Seu luto precisa ser produtivo, você precisa enfrentar os sentimentos e questionar-se sobre eles, aprender, crescer.</p>
<h2>O MAR</h2>
<p>A fase seguinte define-se quando nos percebemos com opções. Ufa! Passou a confusão toda, a tristeza, o sentir-se perdido e sem chão, e nos vimos agora com várias direções que podem ser tomadas. Saímos daquele fluxo contínuo e seguro do rio, atravessamos a perigosa Pororoca e aqui estamos, em alto mar, podendo escolher qualquer direção. E ficamos maravilhados ou aterrorizados hehehe. Mas é normal.</p>
<p>Com o mar, vem todo o mistério de um novo ambiente que não dominamos, os desafios de escolher seu próprio caminho, os riscos inerentes à escolha (ou as escolhas), o medo e a falta de costume de precisar remar.</p>
<p>Em algum tempo e diversas escolhas feitas, direções experimentadas até achar um curso, nos vimos novamente num ambiente que conhecemos, seguindo um fluxo que nós traçamos, numa velocidade que nós imprimimos. Daí percebemos que não havíamos chegado no mar aberto, foi só o nosso rio que se ampliou. Nossa realidade se ampliou e nós precisávamos crescer também. E percebemos, com o passar do tempo, que isso é cíclico. Durante toda a nossa vida nós passaremos por Pororocas, que ampiarão nossos horizontes, nos farão crescer.</p>
<p>Se sua vida não tem corredeiras e pedrinhas, apenas Pororocas, ou você se desespera muito fácil com mudanças ou não aprende nada com elas. Por outro lado, se nunca houve uma Pororoca em sua vida, apenas marolinhas, você anda subestimando seus problemas e acaba não aprendendo muita coisa com eles também. Na vida nós precisamos das Pororocas, assim como das pequenas cachoeiras no caminho. Evitá-las só adia nosso crescimento.</p>
<p>Você está preparado? Pois ouvi dizer que 2011 será um ano de grandes mudanças &#8230; <img src='http://www.manoelnetto.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Feliz Ano Novo</h3>
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		<title>O tempo é fruto de nossa imaginação</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 13:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje recebi um texto por e-mail e &#8211; como acontece muito raramente &#8211; resolvi repassar, com comentários. O texto é atribuido a Airton Luiz Mendonça, como um artigo publicado nO Estado de São Paulo e, pelo visto, já é meio antigo. Me levou a refletir bastante sobre a relatividade do tempo, esse fator tão elástico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-50" title="Salvador Dali Clock" src="http://www.manoelnetto.com/wp-content/uploads/2010/12/salvador-dali-clock.jpg" alt="Salvador Dali Clock" width="250" height="198" />Hoje recebi um texto por e-mail e &#8211; como acontece muito raramente &#8211; resolvi repassar, com comentários. O texto é atribuido a Airton Luiz Mendonça, como um artigo publicado nO Estado de São Paulo e, pelo visto, já é meio antigo.</p>
<p>Me levou a refletir bastante sobre a relatividade do tempo, esse fator tão elástico e pessoal, que possui valores variáveis de acordo com a percepção de cada indivíduo ou grupo, até mesmo situações.</p>
<p>A gente tem sempre a impressão que o tempo passa mais lento quando estamos esperando algo, ou alguém; é uma flecha quando estamos nos divertindo ou quando precisamos entregar um trabalho muito importante e estamos em cima do prazo. Quando estamos apertados para ir ao banheiro e não encontramos nenhum, é uma eternidade, mas quando avistamos o destino, nossa, que rapidez! O fato é que sempre nos questionamos sobre essa percepção, mas poucos se dão conta de uma verdade:</p>
<p><strong>O tempo não existe</strong>. É fruto da nossa percepção do mundo à nossa volta. A medida do tempo é uma convenção, na tentativa de nos sincronizar de alguma forma.</p>
<p>Fiquem com o texto, reflitam e vejam se ele se adequa a sua vida. Senão, apenas considere como uma leitura agradável. Fique a vontade para comentar suas conclusões ou questionamentos.</p>
<p><span id="more-49"></span></p>
<p><em>* Texto por: Airton Luiz Mendonça</em></p>
<p>O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.</p>
<p>Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio… Você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.</p>
<p>Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.</p>
<p>Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:</p>
<p>Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.</p>
<p>Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.</p>
<p>Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.</p>
<p><strong>É quando você se sente mais vivo.</strong></p>
<p>Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e “apagando”as experiências duplicadas. Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.</p>
<p>Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.</p>
<p>Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).</p>
<p>Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa… São apagados de sua noção de passagem do tempo…</p>
<p>Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.</p>
<p>Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações…</p>
<p>Enfim… as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.</p>
<p>Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a… ROTINA</p>
<p>Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.</p>
<p>Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo:</p>
<h3>M&amp;M (Mude e Marque).</h3>
<p>Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.</p>
<p>Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.</p>
<p>Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia). Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.</p>
<p>Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.</p>
<p>Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.</p>
<p>Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.</p>
<p>Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.</p>
<p><strong>Seja diferente.</strong></p>
<p>Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos….. em outras palavras…… V i v a!!!</p>
<p>Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.</p>
<p>E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o… do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.</p>
<p>Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, e que gostam de comidas diferentes.</p>
<p>Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?</p>
<p>Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção e vida.</p>
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		<title>Obrigado por não fumar</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 13:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje eu mandei uns comentários no Twitter, motivado por meu caminho de casa para o trabalho. Sempre faço isso, mas normalmente é relacionado ao tempo ou trânsito. Hoje foi sobre cigarro. Disclaimer: tenho amigos fumantes e todos eles respeitam o meu direito de não fumar junto. Respeito a decisão deles de fumar, embora considere burrice [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/mnetto/status/9573666295652353"><img class="aligncenter size-full wp-image-45" title="Cigarro brocha" src="http://www.manoelnetto.com/wp-content/uploads/2010/11/twitter-cigarro-brocha.png" alt="" width="518" height="178" /></a></p>
<p>Hoje eu mandei uns comentários no Twitter, motivado por meu caminho de casa para o trabalho. Sempre faço isso, mas normalmente é relacionado ao tempo ou trânsito. Hoje foi sobre cigarro.</p>
<p><strong>Disclaimer</strong>: tenho amigos fumantes e todos eles respeitam o meu direito de não fumar junto. Respeito a decisão deles de fumar, embora considere burrice e desperdício de tempo e dinheiro.<span id="more-44"></span></p>
<p>O que motivou minhas observações foi cruzar na rua com uma mulher muito bonita, daquelas que páram o trânsito, acendendo um cigarro. Durante os milissegundos em que eu não notei a presença do fumo, como todos os homens ao redor eu admirei aquele belo espécime da raça humana e do sexo oposto. Mas ao perceber o bastão que ela acendia, fazendo bico e semi-cerrandos os olhos, eu perdi o interesse instantaneamente. Foi tão repentino que me fez refletir sobre isso (e acabou gerando o comentário).</p>
<p>Isso acontece comigo desde que começou o meu interesse por mulheres. Perco o tesão quando vejo ou sinto (dá pra sentir de não muito perto, né?) que ela fuma. E é forte a rejeição, podendo chegar ao asco a depender do nível do cheiro que exala da figura. E cigarro fede mesmo, fala aí.</p>
<p>Nunca namorei ou fiquei com uma mulher fumante. Não dá pra dizer que isso nunca vá acontecer, mas existe grande chance de eu nunca beijar um cinzeiro. Os motivos?</p>
<ul>
<li><strong>Mulher que fuma, fede</strong>. As mãos e o cabelo (que eu gosto de cheirar) são as principais vítimas. Uma mulher que não fuma, sai do banho cheirosa. Uma fumante tem o cheiro característico sempre presente, mesmo com cremes e perfumes que o disfarce.</li>
<li><strong>Mulher que fuma tem dentes zoados</strong>. A nicotina e outros componentes do cigarro, enfraquecem e amarelam os dentes do fumante. E mulher com dentes feios é um corta tesão duzinferno.</li>
<li><strong>Mulher que fuma, envelhece mais rápido</strong>. O cigarro, assim como o sol forte, tem impacto direto sobre a pele do fumante, deixando a pessoa com a aparência mais envelhecida que uma pessoa que não fuma.</li>
<li><strong>Mulher que fuma, adoece mais</strong>. Cigarro é uma merda, causa uma série de probleminhas paralelos, principalmente respiratórios, que acabam afetando a saúde da pessoal no geral. Fora aquele pigarrinho irritantemente constante que o fumante tem.</li>
<li><strong>Mulher que fuma, morre antes</strong>. Uma pena.</li>
</ul>
<p>Como tudo isso dito, justifico minha decisão, as razões de minha reflexão matutina e de quebra agradeço a todas as mulheres que já passaram em minha vida. Pessoas legais que eu não teria namorado/casado, se fossem fumantes.</p>
<p>A vocês, e a todas as mulheres cheirosas do mundo, <strong>obrigado por não fumar</strong>.</p>
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		<title>Procura-se amigos de infância</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 03:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Crowdsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Dinâmica Eldorado]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Procura-se]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns anos, eu estava parado em um ponto de ônibus quando percebi um rosto conhecido. Mesmo com uma certa timidez, resolvi me aproximar e perguntar. Era uma amiga de infância, que eu não via há cerca de 10, 15 anos. Infelizmente, acabamos nos afastando e perdemos contato novamente. Há algum tempo eu venho procurando, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-26" title="amigos-de-infancia" src="http://www.manoelnetto.com/wp-content/uploads/2010/05/amigos-de-infancia.jpg" alt="" width="299" height="299" />Há alguns anos, eu estava parado em um ponto de ônibus quando percebi um rosto conhecido. Mesmo com uma certa timidez, resolvi me aproximar e perguntar. Era uma amiga de infância, que eu não via há cerca de 10, 15 anos. Infelizmente, acabamos nos afastando e perdemos contato novamente.</p>
<p>Há algum tempo eu venho procurando, usando o artifício que mais conheço: a Internet, mas sem sorte, encontrar não só essa família de amigos, mas antigos colegas que fizeram parte de minha infância entre os anos de 1983 e 1985. Era uma turma de escola bem pequena e unida, seria ótimo retomar o contato com essas pessoas, saber de suas vidas, o que estão fazendo atualmente, quais sonhos realizaram, se constituíram família, já são pais, avós quem sabe.</p>
<p>Você me ajuda?<span id="more-25"></span></p>
<h2>Internet : A experiência</h2>
<p>Quando o Orkut surgiu, pregando a teoria dos 6 passos de separação, muita gente brincou com a ferramenta tentando encontrar pessoas e para isso, pediam que seus amigos encaminhassem as mensagens para seus amigos, e por aí vai. Acabou que estragaram o brinquedo, muita gente abusou do recurso e virou um grande SPAM. Isso fez com que as pessoas deixassem de receber mensagens ou simplesmente ignorassem.</p>
<p>Eu quero muito encontrar essas pessoas. Significa algo pra mim. Infelizmente eu não lembro sobrenome de todo mundo, só de alguns poucos, e já usei diversas combinações para buscas no Google, Facebook, Orkut, Linkedin e Sonico. Não achei ninguém ainda e decidi tentar uma ajudinha de vocês.</p>
<p>O pedido é muito simples: compartilhe esse texto com seus amigos e peçam-nos para fazerem o mesmo. Para otimizar a busca e não incomodar muita gente, se puder encaminhar para pessoas que tenham relação com <strong>Salvador</strong> e <strong>maiores de 30 anos</strong>, melhor ainda. Abaixo tem alguns atalhos para facilitar o compartilhamento, mas se quiser use o e-mail, telefone, sms. <img src='http://www.manoelnetto.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>Quem estou procurando</h2>
<p>Colegas que estudaram na <strong>Escola Dinâmica Eldorado</strong>, em <strong>Salvador / BA</strong>, no bairro do IAPI, entre os anos de <strong>1983 e 1985</strong>. A dona da escola, diretora e para minha sorte, minha professora, é <strong>Marinalva Santos de Menezes</strong>. Eu procuro <strong>Sanval</strong> (encontrado), <strong>Ana Luiza</strong> [e suas irmãs <strong>Silvana</strong> e <strong>Carolina</strong>] (encontradas),<strong> Ana Paula</strong>, <strong>João Grandão</strong> (a.k.a. <strong>Cláudio</strong>! Valeu, Iza!).</p>
<p>Você sabe quem são essas pessoas ou como entrar em contato com elas? Por favor, qualquer notícia, eu agradeço.</p>
<h3>Compartilhe esse pedido</h3>
<ul>
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</ul>
<p><strong>UPDATE [8/12/2010]</strong>: Já encontrei algumas pessoas (por isso removi os sobrenomes). A experiência tem se mostrado eficiente <img src='http://www.manoelnetto.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  &#8211; Obrigado a todos que compartilharam o meu texto.</p>
]]></content:encoded>
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