em Pessoal

Minha guita - Ibanez GRX40PW

E mais desenhista. E mais tocador de violão e um tantão de outras coisas “artísticas” que sempre achei que, quando eu crescesse, era o que eu me tornaria.

Faz tempo que não desenho com alguma dedicação, apenas rabisco (normalmente durante reuniões). Há tempos eu não escrevo poeticamente, mas de vez em quando mando uns haikai no Twitter. Sinto saudades das horas tentando tirar uma música no violão, e do caderno de músicas que eu carregava. Hoje, uns 20 minutos por semana arranhando as mesmas músicas da adolescência.

Tanta coisa já passou por esse corpinho de 25, apesar dos 35, e eu acabei seguindo um caminho mais técnico, mais numérico, e pouco artístico. Ou, quem sabe, também exista alguma arte em encontrar soluções para integrar um banco de dados com um formulário na internet, ou criar alguns cálculos no Excel para resolver questões complicadas e repetitivas.

Sei lá, pode ser.

Talvez tudo na vida seja uma derivado qualquer de arte. Da mesma forma que todo sentimento deriva do amor.

Ou talvez eu só não tenha crescido ainda.

Se for isso, então, quando eu crescer, quero ser artista.

Ah! E cientista também.

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